O consumo de cocaína em conjunto com o álcool apresenta sérias consequências. Tudo começa com o fígado e o álcool, esta substância tem preferência pela metabolização no fígado. Isto quer dizer que antes que a cocaína possa ser processada primeiro o fígado vai ter que dar conta do álcool, portanto a cacáina permanece por mais tempo no organismo.
Mas isso não é tudo, ainda existe a formação do cocaetileno e da norcocaina que surgem na presença do etanol. Essas substâncias potencializam o efeito da cocaína e diminuem os efeitos negativos do álcool; com a maior permanência do organismo acaba-se por ser uma opção comum entre os usuários de cocaína.
Isso nos ajuda a entender porque alguns usuários tem essa preferência. Mas também significa uma outra coisa muito importante. Ncaso de usuários que tem um uso associado de álcool com cocaína, normalmente ao cessar o uso de uma dessas substâncias ou apenas reduzindo o consumo, pode levar automaticamente a parar ou diminuir o consumo da outra. É um método muito sugerido nos locais de atendimento a esta população e às vezes torna a abstinência menos dolorosa.
Manter-se abstinente de uma substância pode ser mais fácil do que de outra, e a fissura em alguns casos é da mistura das duas substâncias, portanto manter-se abstinente de uma delas pode diminuir a sensação de fissura. Se desejar saber com mais detalhes científicos sobre esse assunto segue um link de um artigo e um outro link de uma entrevista muito interessante
sábado, março 03, 2007
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Privada politicamente correta
Achei esse vídeo tragicômico, ele é triste se pensarmos até onde pode chegar uma pessoa com fissura. Cômico pois, a privada é realmente muito interessante, parece que foi de propósito.
Say No to Drugs Do Not Take Drugs Cocaine Tongue -
Say No to Drugs Do Not Take Drugs Cocaine Tongue -
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Mais de 1000 acessos!!!
Gostaria de parabenizar a todos que ajudaram a alcançar essa marca!! Já temos mais de 1000 acessos!! Espero que este projeto esteja cumprindo o seu papel de divulgar informações que auxiliem as pessoas a compreender melhor o problema das drogas no Brasil e no mundo.
sexta-feira, dezembro 29, 2006
Promessas de fim de ano
Quem é que nunca fez uma promessa de final de ano? Dessas quantas foram cumpridas?
Podemos dizer que se não são todas as pessoas, pelo menos a grande maioria. Se você é uma delas e uma de suas promessas é largar o vício cuidado. Algo que aprendi nesses anos de estudo e tratamento é que nunca se pode prometer algo que não possa ser cumprido. Me explico, não quero dizer que prometer largar o vício é uma promessa vazia e impossível, longe disso, acredito ser muito válido, qualquer motivo é um bom motivo e fim de ano, vida nova pode ser uma excelente razão e motivação para alguém que está com este objetivo.
Minha preocupação se dá na maneira como essas coisas são prometidas. Isto por si só não basta, este problema exige da pessoa um algo a mais, um comprometimento muito sério. Já ouvi algumas vezes isso e levo isso quase como um lema, “Quer parar, feche a boca”. É uma frase cheia de preconceitos e minimiza o problema do abuso e dependência de substâncias, porém é verdadeira. O que ninguém diz é que esta é a parte mais fácil do problema. Fazendo um comparativo simples, mas aproximado, se a solução dos problemas das pessoas que querem emagrecer fosse fechar a boca, estava fácil. Mas se é tão fácil assim, porque ninguém ou quase ninguém faz??
Ai é que está o “pulo do gato”, ninguém faz isso, pois existe todo o resto, “fechar a boca” é muito mais do que um simples gesto. A pessoa tem que alterar uma série de comportamentos e maneirismos adquiridos em toda uma vida. Vamos aproximar um pouco mais a conversa de algo que nos cerca cotidianamente e que passa despercebido pela maioria de nós. Quantos de vocês fazem pelo menos 15 minutos de exercício diários, só para pelo menos não ser um sedentário? Quantos se preocupam em digitar corretamente para não pegar uma “LER” (lesão por esforços repetitivos)? Quem se preocupa em sentar direito na cadeira para não lesionar as costas depois de velho? Pois bem, são cuidados muito simples que não envolvem grandes acrobacias para conseguir, mas ninguém faz. Pior, quando conversamos com algum amigo, ou quando alguém mais próximo nos avisa ou nos exige alguma atitude, nos sentimos culpados e tristes, e o que fazemos para compensar, uma promessa “dessa vez eu vou mudar”. Mas com o tempo nos esquecemos do problema, até que algum evento ocorra que nos faça lembrar dele de novo, infelizmente, às vezes, o evento acaba por ser o problema em si. Porque então não resolvemos quando nos damos conta?
Não basta saber que faz mal, saber é só algo que nos orienta. Um usuário em um estágio de abuso ou dependência já entendeu que o uso está lhe fazendo mal, ninguém é burro, muito menos insensível. Com certeza uma pessoa neste estágio deve ter ouvido um monte de gente falando que faz mal, até ele mesmo. Já deve ter passado por um monte de situações das mais desconfortáveis e terríveis e deve ter prometido uma porção de vezes descontinuar com o uso. Mas se esta pessoa ainda não conseguiu parar imaginem o fardo de culpa que ela deve estar carregando. Algo que deve se aproximar de “Porque eu quando tinha 20 ou 30 anos não comecei a malhar, ou a sentar direito na cadeira?!”.
Ainda bem que para tudo tem conserto, para conseguir cumprir essas promessas de fim de ano devemos mudar nossas atitudes. Estabelecer um objetivo é fácil, cumprir o objetivo é difícil exige organização, exige ajuda especializada, exige um método, exige cumprir pequenos objetivos diários. Não tente “fechar a boca” tente evitar as coisas que te deixam abri-la. Um atleta de maratona não nasceu correndo, ele se preparou, começou andando, depois correndo cada dia um pouco a mais, até que conseguiu correr todo o percurso. Não adianta nada fazer uma pessoa que nunca fez exercício algum achar que pode simplesmente sair correndo que vai conseguir correr a São Silvestre inteira. Ainda por cima em primeiro lugar e sem amarrar os sapatos, ela vai tropeçar na primeira passada e dizer que é impossível, vai ficar chateada e acreditar que não consegue fazer aquilo, ou que foi sorte da outra pessoa ter nascido com aquelas capacidades. Mentira, qualquer um pode ser um maratonista se assim desejar. O mesmo acontece com um usuário de drogas, parar de usar drogas exige um cuidado semelhante, cada dia faz um pouquinho.
Seguem algumas dicas simples de fim de ano que podem ajudar:
Se você é usuário de álcool e vai a uma festa de fim de ano, leve alguém de confiança que vai te ajudar a não usar naquela noite, pode ser até um chato. Se você conseguir nem vá à festa, tenho certeza que no dia seguinte você vai se sentir muito melhor.
Se você é usuário de cocaína, cuidado com festas de fim de ano, beber pode te fragilizar e dificultar evitar o uso.
Cuidado com as despedidas (do uso) de fim de ano, quantas vezes você já se despediu da droga: “Essa é a última, depois eu não uso mais”. Para de se enganar, não existe isso, acaba sendo mais um motivo para usar um monte e de novo te levar para a culpa. Quanto mais se usa mais se quer usar, para de fazer despedidas.
Fechar a boca é fácil, não se esqueça de todo o resto!
Desejo a todos um ano novo cheio de esperança e conquistas
Podemos dizer que se não são todas as pessoas, pelo menos a grande maioria. Se você é uma delas e uma de suas promessas é largar o vício cuidado. Algo que aprendi nesses anos de estudo e tratamento é que nunca se pode prometer algo que não possa ser cumprido. Me explico, não quero dizer que prometer largar o vício é uma promessa vazia e impossível, longe disso, acredito ser muito válido, qualquer motivo é um bom motivo e fim de ano, vida nova pode ser uma excelente razão e motivação para alguém que está com este objetivo.
Minha preocupação se dá na maneira como essas coisas são prometidas. Isto por si só não basta, este problema exige da pessoa um algo a mais, um comprometimento muito sério. Já ouvi algumas vezes isso e levo isso quase como um lema, “Quer parar, feche a boca”. É uma frase cheia de preconceitos e minimiza o problema do abuso e dependência de substâncias, porém é verdadeira. O que ninguém diz é que esta é a parte mais fácil do problema. Fazendo um comparativo simples, mas aproximado, se a solução dos problemas das pessoas que querem emagrecer fosse fechar a boca, estava fácil. Mas se é tão fácil assim, porque ninguém ou quase ninguém faz??
Ai é que está o “pulo do gato”, ninguém faz isso, pois existe todo o resto, “fechar a boca” é muito mais do que um simples gesto. A pessoa tem que alterar uma série de comportamentos e maneirismos adquiridos em toda uma vida. Vamos aproximar um pouco mais a conversa de algo que nos cerca cotidianamente e que passa despercebido pela maioria de nós. Quantos de vocês fazem pelo menos 15 minutos de exercício diários, só para pelo menos não ser um sedentário? Quantos se preocupam em digitar corretamente para não pegar uma “LER” (lesão por esforços repetitivos)? Quem se preocupa em sentar direito na cadeira para não lesionar as costas depois de velho? Pois bem, são cuidados muito simples que não envolvem grandes acrobacias para conseguir, mas ninguém faz. Pior, quando conversamos com algum amigo, ou quando alguém mais próximo nos avisa ou nos exige alguma atitude, nos sentimos culpados e tristes, e o que fazemos para compensar, uma promessa “dessa vez eu vou mudar”. Mas com o tempo nos esquecemos do problema, até que algum evento ocorra que nos faça lembrar dele de novo, infelizmente, às vezes, o evento acaba por ser o problema em si. Porque então não resolvemos quando nos damos conta?
Não basta saber que faz mal, saber é só algo que nos orienta. Um usuário em um estágio de abuso ou dependência já entendeu que o uso está lhe fazendo mal, ninguém é burro, muito menos insensível. Com certeza uma pessoa neste estágio deve ter ouvido um monte de gente falando que faz mal, até ele mesmo. Já deve ter passado por um monte de situações das mais desconfortáveis e terríveis e deve ter prometido uma porção de vezes descontinuar com o uso. Mas se esta pessoa ainda não conseguiu parar imaginem o fardo de culpa que ela deve estar carregando. Algo que deve se aproximar de “Porque eu quando tinha 20 ou 30 anos não comecei a malhar, ou a sentar direito na cadeira?!”.
Ainda bem que para tudo tem conserto, para conseguir cumprir essas promessas de fim de ano devemos mudar nossas atitudes. Estabelecer um objetivo é fácil, cumprir o objetivo é difícil exige organização, exige ajuda especializada, exige um método, exige cumprir pequenos objetivos diários. Não tente “fechar a boca” tente evitar as coisas que te deixam abri-la. Um atleta de maratona não nasceu correndo, ele se preparou, começou andando, depois correndo cada dia um pouco a mais, até que conseguiu correr todo o percurso. Não adianta nada fazer uma pessoa que nunca fez exercício algum achar que pode simplesmente sair correndo que vai conseguir correr a São Silvestre inteira. Ainda por cima em primeiro lugar e sem amarrar os sapatos, ela vai tropeçar na primeira passada e dizer que é impossível, vai ficar chateada e acreditar que não consegue fazer aquilo, ou que foi sorte da outra pessoa ter nascido com aquelas capacidades. Mentira, qualquer um pode ser um maratonista se assim desejar. O mesmo acontece com um usuário de drogas, parar de usar drogas exige um cuidado semelhante, cada dia faz um pouquinho.
Seguem algumas dicas simples de fim de ano que podem ajudar:
Se você é usuário de álcool e vai a uma festa de fim de ano, leve alguém de confiança que vai te ajudar a não usar naquela noite, pode ser até um chato. Se você conseguir nem vá à festa, tenho certeza que no dia seguinte você vai se sentir muito melhor.
Se você é usuário de cocaína, cuidado com festas de fim de ano, beber pode te fragilizar e dificultar evitar o uso.
Cuidado com as despedidas (do uso) de fim de ano, quantas vezes você já se despediu da droga: “Essa é a última, depois eu não uso mais”. Para de se enganar, não existe isso, acaba sendo mais um motivo para usar um monte e de novo te levar para a culpa. Quanto mais se usa mais se quer usar, para de fazer despedidas.
Fechar a boca é fácil, não se esqueça de todo o resto!
Desejo a todos um ano novo cheio de esperança e conquistas
domingo, outubro 15, 2006
Quais as drogas mais perigosas?
Ainda vou traduzir este aqui para o português, mas o artigo a seguir é um estudo científico realizado pelo governo britânico que foi ignorado pelos ministros na Inglaterra por causa de seu conteúdo controverso. É basicamente um resumo que cita em ordem de prejuízos quais as drogas mais perigosas. O artigo foi citado no Independent e citado posteriormente no site boards.cannabis.com.
Segue o artigo:
Drugs: The Real Deal
Segue o artigo:
Drugs: The Real Deal
This is the first ranking based upon scientific evidence of harm to both individuals and society.
It was devised by government advisers - then ignored by ministers because of its controversial findings
1: Heroin ( Class A ) ORIGIN: Vast majority comes from poppy fields of Afghanistan MEDICAL: Sedative made from the opium poppy.
Can be smoked or injected to produce a 'rush'. Users feel lethargic but experience severe cravings for the drug NO. OF UK USERS: 40,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: 744 STREET VALUE: UKP30-100 a gram DANGER RATING: 2.75/3
2: Cocaine ( Class A ) ORIGIN: Made from coca shrubs from Colombia and Bolivia MEDICAL: Stimulant made from leaves of the coca bush. Increases alertness and confidence but raises heart rate and blood pressure and users will crave it NO. OF UK USERS: 800,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: 147 STREET VALUE: UKP30-55 a gram DANGER RATING: 2.25/3
3: Barbiturates ( Class B ) ORIGIN: Synthetic lab-made drugs, used to be prominent in clubs MEDICAL:Powerful sedatives.
Widely prescribed as sleeping pills but dangerous in overdose and now superseded by safer drugs NO. OF UK USERS: Not many NO. OF UK DEATHS IN 2004: 14 STREET VALUE: UKP1-2 a tablet DANGER RATING: 2.10/3
4: Street Methadone ( Class A ) ORIGIN: Synthetic drug similar to heroin but less addictive MEDICAL: Similar to morphine and heroin and used to wean addicts off these drugs because it is less sedating.
Street versions may be contaminated NO. OF UK USERS: 20,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: 200 STREET VALUE: UKP2 a dose DANGER RATING: 1.90/3
5: Alcohol ( Legal ) ORIGIN: Brewed across the world in many different forms MEDICAL:Central nervous system depressant used to reduce inhibitions and increase sociability. Increasing doses lead to intoxication, coma and respiratory failure NO. OF UK USERS: Most adults NO. OF UK DEATHS IN 2004: 22,000 STREET VALUE: UKP2.25 pint of lager DANGER RATING: 1.85/3
6: Ketamine ( Class C ) ORIGIN: Anaesthetic drug popular on club and rave scene MEDICAL:Intravenous anaesthetic used on humans and animals which, when taken in tablet form, creates hallucinatory experiences NO. OF UK USERS: Unknown NO. OF UK DEATHS IN 2004: N/A STREET VALUE: UKP15-50 a gram DANGER RATING: 1.80/3
7: Benzodiazopines ( Class C ) ORIGIN: Tranquilisers used to beat anxiety and insomnia MEDICAL:The most common prescription tranquillisers. Effective sedatives which have a calming effect, reducing anxiety, but are addictive NO. OF UK USERS: 160,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: 206 STREET VALUE: Prescription drug DANGER RATING: 1.75/3
8: Amphetamines ( Class B ) ORIGIN: Synthetic stimulants snorted, mixed in drink or injected MEDICAL:Man-made drugs that increase heart rate and alertness.
Users may feel paranoid.
Newer form, methamphetamine, is addictive NO. OF UK USERS: 650,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: 33 STREET VALUE: UKP2-10 a gram DANGER RATING: 1.70/3
9: Tobacco ( Legal ) ORIGIN: Most of the leaf comes from the Americas MEDICAL: Contains nicotine, a fast-acting stimulant which is highly addictive. Tobacco causes lung cancer and increases the risk of heart disease NO. OF UK USERS: 12.5m NO. OF UK DEATHS IN 2004: 114,000 STREET VALUE: UKP4.50 a packet DANGER RATING: 1.65/3
10: Buprenorphine ( Class C ) ORIGIN: Can be made in a laboratory MEDICAL: More expensive alternative to methadone used to wean addicts off heroin. Preferred by some addicts because it leaves them more 'clear headed' NO. OF UK USERS: Unknown NO. OF UK DEATHS IN 2004: N/A STREET VALUE: Unknown DANGER RATING: 1.55/3
11: Cannabis ( Class C ) ORIGIN: Plant is easily cultivated in temperate climates MEDICAL: Leaves of the cannabis sativa plant or resin can be smoked or eaten. It is a relaxant but stronger forms can also cause hallucinations and panic attacks NO. OF UK USERS: 3m NO. OF UK DEATHS IN 2004: 16 UKP40-100 an ounce DANGER RATING: 1.40/3
12: Solvents ( Legal ) ORIGIN: Organic compounds found in glues, paints, lighter fluid MEDICAL: Includes glue, gas lighters, some aerosols and paint thinners. Produces euphoria and loss of inhibitions but can cause blackouts and death NO. OF UK USERS: 37,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: 53 STREET VALUE: UKP9.99 a tin of paint DANGER RATING: 1.35/3
13: 4-MTA ( Class A ) ORIGIN: Amphetamine derivative; similar effects to ecstasy MEDICAL: Amphetamine derivative, similar to ecstasy, and also known as 'flatliners'. Popular dance drug, producing feelings of euphoria NO. OF UK USERS: Unknown NO. OF UK DEATHS IN 2004: N/A STREET VALUE: Unknown DANGER RATING: 1.30/3
14: LSD ( Class A ) ORIGIN: Hallucinogenic, synthetic drug more popular in 1960s MEDICAL: Man-made drug that has a strong effect on perception. Effects include hallucinations and loss of sense of time. A 'bad trip' can cause anxiety NO. OF UK USERS: 70,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: N/A STREET VALUE: UKP1-5 a tab DANGER RATING: 1.25/3
15: Methylphenidate ( Class B ) ORIGIN: Medicine, similar to amphetamines MEDICAL: The chemical name for Ritalin, the stimulant drug used to treat children with attention deficit hyperactive disorder which helps them concentrate NO. OF UK USERS: Unknown NO. OF UK DEATHS IN 2004: N/A STREET VALUE: Unknown DANGER RATING: 1.20/3
16: Anabolic Steroids ( Class C ) ORIGIN: Hormones used by bodybuilders and sportsmen MEDICAL: Synthetic drugs that have a similar effect to hormones such as testosterone. Used by body builders to increase muscle bulk NO. OF UK USERS: 38,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: N/A STREET VALUE: UKP7.99 a tablet DANGER RATING: 1.15/3
17: GHB ( Class C ) ORIGIN: Synthetic drug, sold as 'liquid ecstasy' MEDICAL: The date rape drug, Gammahydroxybutyrate, is a sedative that has a relaxing effect, reducing inhibitions, but can lead to stiff muscles and fits NO. OF UK USERS: Not many NO. OF UK DEATHS IN 2004: 3 STREET VALUE: UKP15 a bottle DANGER RATING: 1.10/3
18: Ecstasy ( Class A ) ORIGIN: Synthetic drug in tablets; popular in dance scene MEDICAL: MDMA or similar man-made chemicals.
Causes adrenaline rushes and feelings of wellbeing but also anxiety and high body temperature NO. OF UK USERS: 800,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: 33 STREET VALUE: UKP1-5 a pill DANGER RATING: 1.05/3
19: Alkyl Nitrites ( Legal ) ORIGIN: Liquid, better known as 'poppers'; inhaled MEDICAL: Gives a strong, joyous rush and a burst of energy for a few minutes which quickly fades and can leave a powerful headache NO. OF UK USERS: 550,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: N/A STREET VALUE: UKP2-6 for 10ml DANGER RATING: 0.95/3
20: Khat ( Legal ) ORIGIN: Green-leaf shrub grown in region of Southern Africa MEDICAL: Natural stimulant, its leaves are chewed to produce a feeling of wellbeing and happiness.
Popular with the Somali community NO. OF UK USERS: 40,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: Not many STREET VALUE: UKP4 a bunch DANGER RATING: 0.80/3
Copyright: 2006 Independent Newspapers (UK) Ltd.
It was devised by government advisers - then ignored by ministers because of its controversial findings
1: Heroin ( Class A ) ORIGIN: Vast majority comes from poppy fields of Afghanistan MEDICAL: Sedative made from the opium poppy.
Can be smoked or injected to produce a 'rush'. Users feel lethargic but experience severe cravings for the drug NO. OF UK USERS: 40,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: 744 STREET VALUE: UKP30-100 a gram DANGER RATING: 2.75/3
2: Cocaine ( Class A ) ORIGIN: Made from coca shrubs from Colombia and Bolivia MEDICAL: Stimulant made from leaves of the coca bush. Increases alertness and confidence but raises heart rate and blood pressure and users will crave it NO. OF UK USERS: 800,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: 147 STREET VALUE: UKP30-55 a gram DANGER RATING: 2.25/3
3: Barbiturates ( Class B ) ORIGIN: Synthetic lab-made drugs, used to be prominent in clubs MEDICAL:Powerful sedatives.
Widely prescribed as sleeping pills but dangerous in overdose and now superseded by safer drugs NO. OF UK USERS: Not many NO. OF UK DEATHS IN 2004: 14 STREET VALUE: UKP1-2 a tablet DANGER RATING: 2.10/3
4: Street Methadone ( Class A ) ORIGIN: Synthetic drug similar to heroin but less addictive MEDICAL: Similar to morphine and heroin and used to wean addicts off these drugs because it is less sedating.
Street versions may be contaminated NO. OF UK USERS: 20,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: 200 STREET VALUE: UKP2 a dose DANGER RATING: 1.90/3
5: Alcohol ( Legal ) ORIGIN: Brewed across the world in many different forms MEDICAL:Central nervous system depressant used to reduce inhibitions and increase sociability. Increasing doses lead to intoxication, coma and respiratory failure NO. OF UK USERS: Most adults NO. OF UK DEATHS IN 2004: 22,000 STREET VALUE: UKP2.25 pint of lager DANGER RATING: 1.85/3
6: Ketamine ( Class C ) ORIGIN: Anaesthetic drug popular on club and rave scene MEDICAL:Intravenous anaesthetic used on humans and animals which, when taken in tablet form, creates hallucinatory experiences NO. OF UK USERS: Unknown NO. OF UK DEATHS IN 2004: N/A STREET VALUE: UKP15-50 a gram DANGER RATING: 1.80/3
7: Benzodiazopines ( Class C ) ORIGIN: Tranquilisers used to beat anxiety and insomnia MEDICAL:The most common prescription tranquillisers. Effective sedatives which have a calming effect, reducing anxiety, but are addictive NO. OF UK USERS: 160,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: 206 STREET VALUE: Prescription drug DANGER RATING: 1.75/3
8: Amphetamines ( Class B ) ORIGIN: Synthetic stimulants snorted, mixed in drink or injected MEDICAL:Man-made drugs that increase heart rate and alertness.
Users may feel paranoid.
Newer form, methamphetamine, is addictive NO. OF UK USERS: 650,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: 33 STREET VALUE: UKP2-10 a gram DANGER RATING: 1.70/3
9: Tobacco ( Legal ) ORIGIN: Most of the leaf comes from the Americas MEDICAL: Contains nicotine, a fast-acting stimulant which is highly addictive. Tobacco causes lung cancer and increases the risk of heart disease NO. OF UK USERS: 12.5m NO. OF UK DEATHS IN 2004: 114,000 STREET VALUE: UKP4.50 a packet DANGER RATING: 1.65/3
10: Buprenorphine ( Class C ) ORIGIN: Can be made in a laboratory MEDICAL: More expensive alternative to methadone used to wean addicts off heroin. Preferred by some addicts because it leaves them more 'clear headed' NO. OF UK USERS: Unknown NO. OF UK DEATHS IN 2004: N/A STREET VALUE: Unknown DANGER RATING: 1.55/3
11: Cannabis ( Class C ) ORIGIN: Plant is easily cultivated in temperate climates MEDICAL: Leaves of the cannabis sativa plant or resin can be smoked or eaten. It is a relaxant but stronger forms can also cause hallucinations and panic attacks NO. OF UK USERS: 3m NO. OF UK DEATHS IN 2004: 16 UKP40-100 an ounce DANGER RATING: 1.40/3
12: Solvents ( Legal ) ORIGIN: Organic compounds found in glues, paints, lighter fluid MEDICAL: Includes glue, gas lighters, some aerosols and paint thinners. Produces euphoria and loss of inhibitions but can cause blackouts and death NO. OF UK USERS: 37,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: 53 STREET VALUE: UKP9.99 a tin of paint DANGER RATING: 1.35/3
13: 4-MTA ( Class A ) ORIGIN: Amphetamine derivative; similar effects to ecstasy MEDICAL: Amphetamine derivative, similar to ecstasy, and also known as 'flatliners'. Popular dance drug, producing feelings of euphoria NO. OF UK USERS: Unknown NO. OF UK DEATHS IN 2004: N/A STREET VALUE: Unknown DANGER RATING: 1.30/3
14: LSD ( Class A ) ORIGIN: Hallucinogenic, synthetic drug more popular in 1960s MEDICAL: Man-made drug that has a strong effect on perception. Effects include hallucinations and loss of sense of time. A 'bad trip' can cause anxiety NO. OF UK USERS: 70,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: N/A STREET VALUE: UKP1-5 a tab DANGER RATING: 1.25/3
15: Methylphenidate ( Class B ) ORIGIN: Medicine, similar to amphetamines MEDICAL: The chemical name for Ritalin, the stimulant drug used to treat children with attention deficit hyperactive disorder which helps them concentrate NO. OF UK USERS: Unknown NO. OF UK DEATHS IN 2004: N/A STREET VALUE: Unknown DANGER RATING: 1.20/3
16: Anabolic Steroids ( Class C ) ORIGIN: Hormones used by bodybuilders and sportsmen MEDICAL: Synthetic drugs that have a similar effect to hormones such as testosterone. Used by body builders to increase muscle bulk NO. OF UK USERS: 38,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: N/A STREET VALUE: UKP7.99 a tablet DANGER RATING: 1.15/3
17: GHB ( Class C ) ORIGIN: Synthetic drug, sold as 'liquid ecstasy' MEDICAL: The date rape drug, Gammahydroxybutyrate, is a sedative that has a relaxing effect, reducing inhibitions, but can lead to stiff muscles and fits NO. OF UK USERS: Not many NO. OF UK DEATHS IN 2004: 3 STREET VALUE: UKP15 a bottle DANGER RATING: 1.10/3
18: Ecstasy ( Class A ) ORIGIN: Synthetic drug in tablets; popular in dance scene MEDICAL: MDMA or similar man-made chemicals.
Causes adrenaline rushes and feelings of wellbeing but also anxiety and high body temperature NO. OF UK USERS: 800,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: 33 STREET VALUE: UKP1-5 a pill DANGER RATING: 1.05/3
19: Alkyl Nitrites ( Legal ) ORIGIN: Liquid, better known as 'poppers'; inhaled MEDICAL: Gives a strong, joyous rush and a burst of energy for a few minutes which quickly fades and can leave a powerful headache NO. OF UK USERS: 550,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: N/A STREET VALUE: UKP2-6 for 10ml DANGER RATING: 0.95/3
20: Khat ( Legal ) ORIGIN: Green-leaf shrub grown in region of Southern Africa MEDICAL: Natural stimulant, its leaves are chewed to produce a feeling of wellbeing and happiness.
Popular with the Somali community NO. OF UK USERS: 40,000 NO. OF UK DEATHS IN 2004: Not many STREET VALUE: UKP4 a bunch DANGER RATING: 0.80/3
Copyright: 2006 Independent Newspapers (UK) Ltd.
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